Archive for junho 10th, 2008
FOBIAS
FOBIAS
Abaixo relacionamos algumas fobias que o ser humano apresenta decorrente de seus desequilíbrios emocionais.
Acrofobia - medo de altura.
Afania - medo de perder a capacidade sexual.
Agorafobia - medo de espaços abertos.
Alodoxafobia - medo de opiniões.
Anemofobia - medo de correntes de ar ou vento.
Aracnofobia - medo de aranha.
Ataxofobia - medo de desordem ou desarrumação.
Automatonofobia - medo de ventríloquos, bonecos, criaturas animadas eletronicamente, estátuas de cera, de qualquer coisa que representa um ser consciente.
Bufonofobia - medo de sapos.
Claustrofobia - medo mórbido de espaços fechados.
Decidofobia - medo de tomar decisões.
Eclesiofobia - medo de igreja.
Elurofobia - medo de gatos.
Ergofobia - medo de trabalho.
Escatafobia - medo de material fecal.
Esclerofobia - medo de homens maus e ladrões.
Eurotofobia - medos dos órgãos genitais femininos.
Fobia social - medo de humilhação ou desconforto em locais públicos. Medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente).
Fobofobia - medos de fobias.
Fonofobia - medo de barulhos, de vozes ou da própria voz.
Gamofobia - medo de casar.
Gefirofobia, Gefisrofobia ou Gefidrofobia - medo de atravessar pontes.
Helenologafobia - medo de termos gregos ou terminologia científica complicada.
Mastigofobia - medo de castigo ou punição.
Misofobia - medo de ser contaminado com sujeira ou germes (também verminofobia - medo de Germes).
Neofobia - medo de qualquer coisa nova.
Nictofobia - medo de escuro ou de noite.
Octofobia - medo do número 8.
Oftalmofobia - medo de ser encarado, de estar sendo vigiado.
Onirofobia - medo de sonhos.
Ornitofobia - medo de pássaros.
Papirofobia - medo de papel.
Parafobia - medo de perversão sexual.
Siderodromofobia - medo de trens, ferrovias ou viagens de trem.
Sociofobia - medo da sociedade ou de pessoas em geral.
Tanatofobia - medo da morte ou morrer.
Telefonofobia - medo de telefones.
Xenofobia - medo de estranhos ou estrangeiros.
Zoofobia - medo de animais.
Add comment junho 10, 2008
EMOÇÕES E O PORQUE DEVEMOS FAZER TERAPIA
->

EMOÇÕES: POR QUE DEVEMOS FAZER TERAPIA?
O nome Emoção significa “movimento para fora” e descreve o efeito visível das emoções na nossa musculatura.
Cada emoção tem um comportamento muscular:
Na alegria, é de expansão.
No prazer, é de compartilhamento.
Na tristeza, é de encolhimento.
Na raiva, é de agressão.
No medo, é de contração.
Um novo ramo da Ciência começou a ser desenvolvido, pelo qual passou-se a entender como os processos mentais se transformavam em emoções e comportamentos.
Como tudo o que acontece no sistema nervoso é levado para todas as células do organismo, ficou claro que cada célula sabe o que se passa em todas as outras células do nosso corpo.
A produção de emoções vai influenciar, portanto, o estado de todo o nosso organismo pelas vias de comunicação mente/corpo e as células vão sentir e se comportar de acordo com o tipo de emoção que esteja predominando no momento.
As moléculas das emoções que produzimos pelos nossos pensamentos (que são criados a todo instante) vão influenciar e determinar o estado de saúde ou de doença do nosso organismo.
Elas podem ser alegria, medo, ansiedade ou raiva. Nós precisamos nos educar emocionalmente, modificar nossos pensamentos e nossas atitudes para que nosso organismo funcione bem. A ausência de educação emocional adequada pode provocar inibições, bloqueios, receios, insegurança, instabilidade, frustrações, estresse, ansiedade, depressão e muitos outros distúrbios gerados pela falta de educação emocional.
Se você está com algum problema emocional e isso está tirando seu sono, não tente se enganar: o autotratamento não existe, não adianta se acomodar que não vai resolver o problema, isso só vai somatizar e complicar ainda mais sua situação, gerando mais complicações de saúde.
Saiba que todos nós precisamos de ajuda, e de ajuda profissional. Por isso, convido você a fazer terapia, iniciando um tratamento para eliminar e equilibrar o emocional que atrapalha seu convívio, seja ele familiar, profissional ou afetivo.
Faça terapia! Isso ajudará você a encontrar o Equilíbrio Emocional, passando, assim, a ter “Prazer Em Viver” !!!
Add comment junho 10, 2008
INSEGURANÇA
INSEGURANÇA
A cada dia, o mundo nos cobra mais decisões.
Muitas vezes uma decisão que, à primeira vista, nos parece pequena e simples, pode mudar nossa vida.
A importância cada vez maior das menores decisões nos torna impotentes, indecisos e principalmente inseguros, pois a cada minuto temos nosso futuro em nossas mãos.
Estou desanimada e insegura porque está chovendo e eu não tenho coragem de sair, todos vão me ver molhada por causa da chuva… Estou insegura o bastante porque tenho contas a pagar… Eu me sinto insegura porque não consigo emprego e porque não tenho dinheiro… Sou insegura porque não tenho a aparência que gostaria de ter… Sinto-me insegura porque ainda não fui valorizada profissionalmente… Sou insegura porque ainda não encontrei o amor da minha vida… Estou insegura porque a pessoa que quero não me quer… Porque isso… Porque aquilo…
É assim que os inseguros agem na maioria das vezes. Esses são alguns dos conflitos que ouço diariamente quando atendo meus pacientes em meu consultório.
Os conflitos causam insegurança, medo e separações desnecessárias.
Os altos e baixos, as doenças, as confusões, as lutas e a infelicidade que às vezes vivenciamos fazem parte de nossa existência.
Nosso conflito interior e exterior surge por obra de valores cambiantes e contraditórios, baseados no prazer e na dor. A causa de nossa luta é procurarmos descobrir um valor que seja inteiramente satisfatório, invariável e não perturbador; procuramos um valor permanente que proporcione pensamento sem vestígios de dúvida ou de dor. Nossa luta constante baseia-se nesta exigência de segurança permanente: queremos segurança nas coisas e nas relações, sejam elas afetivas, familiares ou profissionais.
Sem se compreender o problema da insegurança, não é possível a segurança. Se buscarmos segurança, não a encontraremos; a busca da segurança acarreta a destruição da própria segurança. É necessária a insegurança para a compreensão da realidade, mas uma insegurança que não seja o oposto da segurança. Uma mente bem ancorada, uma mente que se sinta segura em algum refúgio, jamais pode compreender a realidade. O desejo de segurança gera a indolência, tornando a mente-coração inflexível e insensível e impedindo o estar acessível à realidade. Na profunda insegurança é nos dada a percepção da Verdade.
Porém, necessitamos de uma certa segurança para vivermos: alimento, vestuário e morada - sem isso não é possível a existência. Seria relativamente simples organizar e distribuir eficientemente os recursos necessários à vida, se ficássemos satisfeitos apenas com o provimento de nossas necessidades fundamentais de cada dia. Não haveria egoísmo nem nacionalismo; não haveria expansão competitória nem crueldade; não haveria necessidade de governos soberanos separados; não haveria guerras se ficássemos inteiramente satisfeitos com o provimento de nossas necessidades diárias. Entretanto, assim não o é.
No entanto, por que não é possível organizar os meios de atender às nossas necessidades? Não é possível em virtude do conflito incessante de nossa vida cotidiana, com sua avidez, sua crueldade e seus rancores. Não é possível porque nos valemos de nossas necessidades como meios para satisfação de nossas exigências psicológicas. Não é possível porque interiormente somos estéreis, vãos, destrutivos, servimo-nos de nossas necessidades como meio de fuga. E assumem elas, por isso, importância muito maior do que realmente têm. Tornam-se, psicologicamente, de suma importância. Os valores mundanos ganham, assim, enorme significado. A propriedade, o nome e o talento tornam-se meios para se galgarem posições, para se alcançar o poder e a dominação.
Relativamente às coisas feitas pela mão ou pela mente, vivemos em perene conflito; por esse motivo, a elaboração de planos econômicos para a existência converte-se no problema predominante. Desejamos coisas que criem a ilusão de segurança e conforto, mas que apenas nos trazem conflito, confusão e antagonismos. Perdemos, na segurança das coisas produzidas pelo intelecto, aquela felicidade da Realidade criadora, cuja natureza intrínseca é a insegurança. A mente que busca a segurança vive em perene temor: jamais tem alegria, jamais experimenta o estado de potência criadora. A forma suprema do pensar-sentir é a compreensão negativa, e a sua verdadeira base, a insegurança.
Todo mundo tem um pouco de insegurança, temos apenas de perceber o quanto isto passa do normal para a insegurança anormal, aí então precisamos de ajuda psicanalítica.
Todo mundo tem medo de perder o amor da mãe, do pai, do filho, dos amigos, do companheiro. Todo mundo tem medo de perder o emprego, de se achar dispensável a qualquer momento, mesmo que sua competência profissional seja pública e notória…
A insegurança está lá, latente, correndo pelo sangue, amedrontando o dia-a-dia.
Quando essas inseguranças inerentes à espécie humana tornam-se exageradas, é necessário parar para pensar e, em uma atitude saudável, pedir ajuda.
Da onde vem a insegurança?
As sensações de segurança e de insegurança fazem parte da constituição do psiquismo e vai depender das vivências de satisfação e frustração que o bebê recebe ainda no ventre da mãe e das cargas emocionais que tem relação com o meio-ambiente.
A mãe passa a insegurança para o bebê muito antes de ele nascer. Quem sabe se a mãe não atendeu a criança como devia, deixando-a sob ameaça de maus cuidados, e ela se sentiu inseguro(a), mal cuidado(a), mal amado(a)? Talvez, na infância, você tenha se sentido responsável pelas frustrações que sofreu. Afinal, toda criança é auto-referente, julga-se culpada e isto fica registrado em seu inconsciente que, com o passar dos anos, vai ser desenvolvido nos acontecimentos de sua vida, gerando insatisfações, insegurança, medos e muitos outros sintomas emocionais.
Se a criança foi mais satisfeita do que frustrada, ela vai ter as inseguranças comuns de todos, algumas delas até saudáveis, como, por exemplo, o medo diante de situações reais de perigo.
Porém, se ela foi mais frustrada do que satisfeita, vai se sentir ameaçada, vai sentir que não tem o bastante, talvez (e esse é o maior perigo!) porque não o mereça!
Cada um deve avaliar a intensidade de suas inseguranças. Se elas estiverem causando grande sofrimento ou impedindo um relacionamento amoroso satisfatório, não tenha dúvidas: procure ajuda de um terapeuta psicanalista!
A fase gestacional é a mais importante da vida do ser humano. É daí que vêm todas as sensações emocionais, todos os equilíbrios e os desequilíbrios que se desenvolverão no decorrer dos anos de sua existência.
A insegurança emocional afetiva afeta muitos casais e é muito comum nos dias de hoje. A desarmonia prevalece por causa desse sentimento emocional.
De repente, surge aquela estranha aflição. Parece que tudo vai bem, vocês se encontram sempre, é bom, gostoso e gratificante, mas lá no fundo há um certo medo de não ser realmente amado(a) e que, talvez, tudo se acabe.
Quem sabe uma outra pessoa mais interessante aparecerá no caminho do(a) parceiro(a)?
Esta sensação de estar sob ameaça constante se chama insegurança. Não se trata de se sentir ameaçado(a) em uma rua escura e deserta de uma cidade perigosa. Este é um perigo real.
A insegurança emocional nem sempre reflete a realidade. Ela se caracteriza por um sentimento de inferioridade, de quem não se acha digno de ser amado(a), de que não é possível que alguém ame uma pessoa tão comum e sem atrativos.
A pessoa insegura pensa que certamente surgirá alguém melhor do que ela para seu parceiro. Ou que talvez já exista, tentando roubá-lo de si.
Por não acreditar em si mesmo, o(a) inseguro(a) tem a impressão de que, a qualquer momento, perderá o ser amado.
O relacionamento com um(a) parceiro(a) inseguro(a)
Para começar, o parceiro(a) de uma pessoa insegura deve ter muita paciência.
Ele deve ser, além de parceiro(a), uma espécie de mãe(pai), sempre disponível para levantar o astral do outro, acolher suas inseguranças e mostrar o quanto ele merece ser amado. Fora isso, deve compreender e perdoar os exageros e atitudes insanas, fazendo-o entender que necessita de ajuda psicanalítica, pois seus comportamentos e atitudes não são normais.
O problema é que nem sempre o parceiro(a) quer ficar nesse lugar de mãe(pai) de um bebê chorão. Ele quer um companheiro(a) maduro(a) com quem possa se relacionar, trocar afeto e se complementar como ser humano.
O inseguro deve tentar conter esses impulsos infantis, senão ficará cada vez mais abandonado, porque, sem limites, a convivência com o parceiro(a) se tornará, aos poucos, insuportável. E, se não resultar em separação, será sem dúvida um cotidiano de muito sofrimento.
Não se deixe levar pela insegurança se seu parceiro(a) conhecer outras pessoas atraentes e mantiver um relacionamento de amizade com elas. Lembre-se de que ninguém poderá substituí-lo(a), pois você é único(a) e especial. Foi você quem ele(a) escolheu para estarem juntos nesse momento.
· Você acha que há muito mais gente interessante do que você e seu(sua) parceiro(a) facilmente perceberá isso?
· Você acha que, no seu trabalho, qualquer um poderia fazer melhor do que você?
· Você se irrita quando seu(sua) parceiro(a) faz algo de muito extraordinário e você se sente inferior?
· Você acha que tem medo de ficar sozinho(a)?
· Você sente que algo de ruim pode acontecer a qualquer momento?
Você se encaixa em algumas ou em todas estas frases que eu disse anteriormente? Então, com certeza se sente uma pessoa emocionalmente insegura. É bom começar a pensar em como ganhar um pouco mais de segurança, determinação e auto-estima, procurando ajuda psicanalítica.
O homem inseguro
O homem inseguro tem uma forte sensação de ser incapaz. Ele procurará uma profissão que esteja abaixo de suas capacidades para poder sentir segurança de que poderá cumprir suas tarefas. Talvez ele pudesse fazer muito mais, mas, por insegurança, prefere o caminho mais firme das coisas mais fáceis. Ele jamais vai se aproximar de uma mulher muito bonita, bem-sucedida e desejada.
O inseguro vai desejá-la, mas jamais se sentirá à altura para poder conquistá-la. E, mesmo se ela se interessar por ele, ele não acreditará nesta possibilidade. Tentará uma desculpa para afastar-se. Vai procurar outra menos favorecida com quem ele se sinta mais à vontade. Ao lado de uma mulher exuberante, sua baixa auto-estima, sua pequenez, se agravará e se tornará insuportável.
O homem inseguro vive com ciúme e até mesmo com inveja, muitas vezes disfarçando esse sentimento e aparentando uma falsa indiferença pela mulher. No fundo, porém, ele se acha inferior a ela e teme que ela arranje outro melhor do que ele.
A mulher insegura
A insegurança feminina tem origem no medo de não ser amada e pode afetar tragicamente sua estrutura emocional.
Por não se achar digna de amor, a mulher pode fazer tudo para conquistar pequenas provas de afeição e se transformar em uma escrava.
Só que homem nenhum ama uma escrava, apenas a escraviza. Ela vai gastar todas as suas energias fazendo sacrifícios e as provas de amor não virão a contento.
A mulher insegura põe em dúvida até sua condição feminina. Pode achar o fato de ser mulher uma desvantagem e, assim, viver desconfortavelmente neste sexo. Vai tentar agir com a coragem dos homens, embora seja uma mulher frágil, insegura e carente. Não vai convencer nem a si mesma, muito menos ao seu objeto amoroso.
Add comment junho 10, 2008
DIFERENTES TIPOS DE EMOÇÕES

DIFERENTES TIPOS DE EMOÇÕES
Baixa auto-estima: é o fator preponderante para a infelicidade pessoal e para o relacionamento com outras pessoas, em razão do desrespeito a si mesmo.
Síndrome do Pânico: medo de si mesmo. Irracionalmente desequilibra a pessoa mal-estruturada na infância, por educação deficiente dos pais. É um medo incontrolável causando comportamento de perturbação grave psicossocial, onde as pressões emocionais amedrontam, gerando temores muitas vezes injustificáveis.
Medo da morte: a dor da separação física de qualquer pessoa conhecida prolonga-se por um largo período de tempo. A princípio traumatizante, o medo do fim é um sentimento de conflito, com grandes cargas energéticas negativas e desequilibradas e com caráter autopunitivo e não-afetivo, projetando conflitos retidos no inconsciente e aumentando quadros de revolta, desespero e depressão.
Raiva: ninguém deve se envergonhar por causa dela. O que deve se evitar é o prejuízo pelo remoer do fato que a gerou, a autocompaixão por sentir-se injustiçado e o desejo de vingança, revidando a agressividade pelo sofrimento obtido. Quando a pessoa ativa as lembranças de raiva que foram arquivadas no seu inconsciente, todos os incidentes desagradáveis que estavam encobertos com uma leve camada de esquecimento se tornam vivos no momento. A raiva instala-se com facilidade nas pessoas que perderam a auto-estima; nesse caso, a insegurança interior se vitaliza e a pessoa mantém-se em conflito e não racionaliza as ocorrências desagradáveis, produzindo danos físicos a sua própria saúde.
Ressentimento: a raiva extravasada ou liberada no momento da agressão recebida pelo adversário toma uma forma hostil denominada ressentimento, que nada mais é do que uma experiência mal suportada e gravada no inconsciente de forma perturbadora. Aparece na condição de melancolia ou frustração e desinteresse pela vida, com mecanismo de culpa por não superar esse sentimento. Podem ocorrer tumores de origem desconhecida, transtornos neuróticos, distúrbios gástricos e interferência na estrutura das células, causando um grande estrago no organismo.
Lamentação/Autocompaixão: pessoas atormentadas que se deixam arrastar pelos temores normalmente buscam alívio e fugas espetaculares nas drogas, no fumo, no álcool ou nos jogos de azar, achando-se muito infelizes. Dotadas de autocompaixão injustificáveis, à qual se apóiam na preguiça física mental para não saírem da situação embaraçosa e negativa, consideram-se sempre vítimas da família, do grupo social, das leis do governo… ou do destino, o qual poderia se reverter em mudanças interiores, adotando o vício do otimismo.
Amargura: as causas da amargura são registros do inconsciente em ocasiões passadas, onde a forma de melancolia, amargura, saudade e tristeza pode ser acionada por conflitos e traumas de infância. A elevação da auto-estima e a participação em atividades estimulantes podem restabelecer a saúde emocional do indivíduo, livrando-o das seqüelas da amargura.
Transtorno Bipolar: é um transtorno caracterizado por dois ou mais episódios de alteração do humor onde o nível de atividade do sujeito está profundamente perturbado: em algumas ocasiões ocorre uma elevação patológica do humor e um aumento da energia e da atividade (hipomania ou mania) em outras, ocorre um rebaixamento patológico do humor e uma redução da energia e da atividade (depressão). Pacientes que sofrem somente de episódios repetidos de hipomania ou mania são classificados como bipolares. Esse transtorno chama-se Psicose Maníaco-Depressiva.
Bruxismo: é um hábito parafuncional de ranger os dentes e constitui um dos mais difíceis desafios para a odontologia restauradora, sendo que a dificuldade para sua resolução aumenta de acordo com a gravidade do resgate dentário produzido.
Catarse: é um método que visa à eliminação das perturbações psíquicas, excitações nervosas, tensões, angústias, através da provocação de uma explosão emocional ou de outras formas, baseando-se na rememorização da cena e de fatos passados que estejam ligados àquelas perturbações. Ajuda o indivíduo a obter controle emocional e a enfrentar os problemas da vida. De acordo com Aristóteles, a palavra catarsis significa “limpeza da alma”. Utilizando hipnose, J. Breuer fazia reviver na mente do indivíduo, ou melhor, em sua memória, algumas cenas que estavam esquecidas, provocando o que se denomina “ab-reação”, ou seja, uma descarga afetiva com lágrimas e cólera.
Dislexia: é um distúrbio específico da linguagem caracterizado pela dificuldade em decodificar (compreender) palavras. Segundo a definição elaborada pela Associação Brasileira de Dislexia, trata-se de uma insuficiência do processo fonoaudiólogo e inclui-se freqüentemente entre os problemas de leitura e aquisição da capacidade de escrever e soletrar. Resumidamente podemos entender a dislexia como uma alteração de leitura. Apesar de a criança disléxica ter dificuldade em decodificar certas letras, não o faz devido a algum problema de déficit cognitivo. Normalmente esses pacientes apresentam um QI perfeitamente compatível com a idade.
Pensamento Obsessivo: é a intromissão indesejável de um pensamento no campo da consciência de uma maneira insistente e repetitiva, reconhecido pelo individuo como um fenômeno incômodo e absurdo. Portanto, para que seja obsessão, é necessário o aspecto involuntário das idéias.
Impulso: é o estimulo que possui força suficiente para levar a pessoa a realizar uma determinada ação. Qualquer estímulo pode vir a ser um impulso, desde que tenha uma intensidade que provoque a ação. O impulso leva o indivíduo a ter determinado comportamento ou a reagir de determinada maneira, até que o estímulo venha a ser reduzido ou eliminado, graças à ação provocada.
Mania/Crise de Mania/Episódio Maníaco: é definido como um período ou estado psíquico durante o qual existe um humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável. A perturbação do humor deve incluir auto-estima inflada ou grandiosidade, necessidade de sono diminuída, pressão por falar, fuga de idéias, distratibilidade, maior envolvimento em atividades dirigidas a objetivos ou agitação psicomotora e envolvimento excessivo em atividades prazerosas com um alto potencial para conseqüências dolorosas.
Neurose: a pessoa neurótica vive permanentemente em conflitos psíquicos, não conseguindo, desta forma, aproveitar prazerosamente a existência. Geralmente inicia-se na infância e acompanha o indivíduo por toda a vida. A psicoterapia é uma grande indicação para seu tratamento.
Transtorno Obsessivo-Compulsivo: é igualmente comum em homens e mulheres, adultos, adolescentes e em crianças a partir dos 5 anos (idade aproximada). A maioria dos atos compulsivos diz respeito à limpeza (lavagem das mãos), verificação repetida de procedimentos, organização. São procedimentos compensatórios. Subjacente ao comportamento manifesto está o medo do perigo, e o ato ritual é uma tentativa simbólica de afastar o perigo.
Add comment junho 10, 2008
TRAUMAS E BLOQUEIOS
TRAUMAS E BLOQUEIOS
De modo geral, os aspectos do desenvolvimento emocional do ser humano ficam registrados, guardados e armazenados em nosso inconsciente e modificam nossas vidas, mas nem sempre de uma forma agradável como queremos.
Momentos de grande angústia nos tiram o sono, enquanto nos perguntamos qual o melhor caminho a trilhar.
Precisamos consultar o nosso juiz interno, muitas vezes confuso, e decidir o que é certo e o que é errado.
O coração pede por um lado, mas a razão argumenta e torce pelo outro, e aí se instala o conflito que causa ansiedade e angústia.
Quando dúvidas tão fortes aparecem, é até comum se desencadearem reações físicas no nosso corpo como mal-estar, baixa resistência a vírus, baixa imunidade a bactérias, dores pelo corpo, tonturas, enxaquecas, alterações na pressão sangüínea, hipertensão - é o emocional acionando o físico; começam a aparecer sintomas que nunca havíamos sentido antes, comprometendo nosso relacionamento diário, e passamos a ter um comportamento muitas vezes explosivo, agressivo e insuportável para com as pessoas que convivemos, que estão à nossa volta.
Dependendo das atitudes e das decisões que tomamos, mudamos totalmente o rumo de nossas vidas, mesmo que essa decisão, muitas vezes tensa, signifique uma perda definitiva e também desnecessária, tornando-se por muito tempo sofredora.
Dependendo também de como estas emoções foram arquivadas e registradas no nosso inconsciente e agridam nosso físico, vão instalando-se os famosos bloqueios, os traumas, os complexos, os problemas sexuais, e o desenvolvimento em todos os sentidos da vida passa a ser prejudicado, lento e conturbado, surgindo desentendimentos no lar, separações, brigas e desequilíbrios de uma forma geral.
O indivíduo não consegue se firmar profissional e financeiramente, permanecendo sempre com dúvidas e com insegurança em relação ao caminho a seguir em sua vida.
Hoje em dia muita gente vive se culpando por tudo. Principalmente as mulheres, que costumam viver cheias de remorso, por estarem acima do peso, por não terem amamentado o filho, por terem brigado com a mãe, com o marido ou com o filho, por pensarem em si próprias e esquecerem de alguém, por não terem feito isso ou aquilo antes e agora não dar mais tempo… “n” tipos de pensamentos de culpa.
Se seu ombro anda pesado demais, cuidado!
Imagine se a humanidade fosse isenta do sentimento de culpa! Seria um caos total, um verdadeiro Deus-nos-acuda, pois poderíamos perder o controle dos nossos instintos agressivos e destrutivos e sair atirando por todo o lado.
Apesar de ser essencial para evitar que as pessoas saiam por aí atirando por todo o lado, o sentimento de culpa em dose exagerada pode tornar-se uma prisão capaz de levar o organismo a responder com problemas físicos e emocionais. Com as cobranças, o homem moderno, além de adotar padrões sociais e éticos, enfrenta uma batalha pessoal pelas escolhas erradas que faz.
O limite entre o certo e o errado já não é tão definido.
Surgiram tantas exigências que as pessoas cobram de si a perfeição em tudo. Ser magro, esbelto, bonito, bem-sucedido, colaborar com o social, ser excelente profissional, excelente mãe, excelente dona de casa, deixar tudo em ordem, brilhar em tudo.
O alto índice de exigência da sociedade atual é um potente gerador de culpas e cobranças.
Muitas mulheres cobram eficiência e qualidade total em suas tarefas de mãe, esposa, profissional, amante, amiga e filha, não podendo falhar, não se permitindo errar!
Com o homem não é diferente. Se antes seu papel era só de provedor da família, hoje ele deve ser bom pai, bom marido, participativo, profissional exemplar e ainda muitos ajudam nos afazeres domésticos e na educação dos filhos.
Diante de tanta pressão, não é nada fácil dar conta de tudo.
Acumular muitas funções e não conseguir desempenhá-las direito pode ser pior do que você imagina. Quando você se dá conta, está mergulhado até o pescoço em um mar de sentimentos negativos. Haja culpa, haja cobrança…
O perigo é maior quando a pessoa acha que deve se punir por seus erros reais e imaginários.
O sentimento de culpa é um assunto sério. De acordo com as pesquisas realizadas por estudiosos da mente, 75% das pessoas que adoecem estão punindo a si mesmas.
A depressão e a síndrome do pânico são muito comuns em pessoas com elevado sentimento de culpa. E nesses casos em particular, a qualidade de vida dessas pessoas vai por água abaixo.
As pessoas que procuram autopunição costumam ter relacionamentos complicados, não se desenvolvem profissionalmente, tornando-se submissas, com dificuldades em impor limites e em sentir prazer na vida. Além disso, elas perdem também a auto-estima e o amor-próprio.
Não permita que isso atrapalhe sua vida! Faça terapia psicanalítica e viva mais tranqüilamente!
Add comment junho 10, 2008
INFÂNCIA E JOVEM ADOLESCENTE
INFÂNCIA E JOVEM ADOLESCENTE
“O comportamento agressivo infantil e o comportamento dos jovens e adolescentes nos dias de hoje”
A infância é uma época estratégica na vida de uma pessoa, pois nela se faz o aprendizado básico e a preparação para toda a vida adulta.
Agressividade infantil, violência Juvenil, vandalismo nas ruas, crianças armadas nas escolas e muitas outras delinqüências…
Fatos que estão aparecendo com mais freqüência nos noticiários e que são uma mostra de como anda a situação dos agressivos infantis, dos jovens adolescentes.
Esses fatos vão surgindo como um fenômeno que se desenrola à surdina, ganhando corpo nos lares brasileiros e começando a preocupar a todos.
É cada vez maior o número de famílias, de todas as classes sociais, que procuram nos consultórios ajuda para lidar com o comportamento dos filhos e netos.
Especialistas afirmam que a agressividade pode ser uma reação normal e até saudável em certos casos. A questão é identificar quando esse compor